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O Jogo do Cérebro - Artigo PNL

O Jogo do Cérebro
Como fazemos para comandar o nosso cérebro?

L. Michael Hall, Ph.D.

Então você quer comandar o seu próprio cérebro? Bom para você. Que objetivo maravilhoso! E muito fora do comum. Muitas pessoas falam sobre comandar o próprio cérebro e se encarregar da própria mente, mas apenas prestam atenção nisso quando são criticadas ou insultadas. Elas se tornam incapazes de controlar suas emoções. Deixe-se ser questionado por apenas uma de suas crenças mais rigidamente defendidas, e observe. De repente isso se torna uma reação semântica. A pessoa explode com raiva, fúria, estresse, medo, choque, etc. Se ela "comanda de fato seu próprio cérebro", como é que a habilidade para controlar essa condição lhe faltaria no exato momento em que o que realmente importa é controlar a própria reação?

Comandar o próprio cérebro e pensar livremente de um modo independente, sem levar em conta a discussão daqueles pensamentos esgotados ou "mastigados" exige algumas coisas. Exige que desenvolvamos a atenção sobre o nosso cérebro (ou, mais corretamente, sobre a nossa mente), porque, na verdade, só assim vamos desenvolver a habilidade para controlar a situação. Isso significa que vamos aprender a jogar um novo jogo, "Comandando o próprio cérebro". Então, com isso em mente:

  • O que você precisa saber sobre o cérebro para ser capaz de comandar o seu?

  • Você gostaria de jogar o Jogo do Cérebro?

SETE FATOS SOBRE A MENTE

Aqui estão sete fatos sobre o seu cérebro. Eles fornecem uma descrição de como funciona o cérebro. Também ajudam a entender o jogo "Comandando o próprio cérebro" e orientam para as regras do jogo.

#1: O cérebro segue instruções.

O cérebro segue instruções. Ele aceita a instrução que você deu a ele e a segue.

"John, você viu ontem aquele gato vermelho, branco e azul? Vi, era vermelho, branco e azul – de fato, as cores da bandeira americana são vermelho vivo, branco e azul. Alguém na vizinhança deve ter pensado que fazer isso fosse algo patriótico. Onde foi que eu o vi? No carro amarelo da Linda. Ele estava sendo perseguido no gramado em volta da piscina por dois cachorros poodle. Isso foi pouco antes de o King Kong ter escalado a torre da escola e batido no peito enquanto o avião dava voltas."

Forneça uma pequena descrição e o cérebro se põe a funcionar, representando a informação na nossa tela mental interna. Como um diretor de filmes, o cérebro usa a informação como instrução para o nosso cinema mental. Isso explica por que as perguntas abaixo são tão importantes para os nossos estados:

Que direções você está dando para o seu cérebro?
Quais são as instruções default (padrão) que você aprendeu a dar para o seu cérebro?
Que instruções seus pais ou professores lhe forneceram sobre você mesmo, a vida, os outros, etc.?
Como estas instruções são proveitosas, ecológicas, saudáveis, equilibradas, valiosas, verdadeiras, etc.?
Essas instruções criam estados fortalecedores para você?
Você gostaria de dar essas instruções para seus filhos?
Essas instruções planejam uma vida instigante e amorosa?

Por que essas perguntas são tão importantes? Porque a qualidade da nossa vida é função da qualidade da informação processada pelo cérebro. A qualidade dessa informação emana da qualidade das instruções. A instrução que você dá ao seu cérebro é a coisa mais importante que você faz na sua vida. São essas as instruções que você usaria para criar um filme de nível internacional?

Recentemente um jovem me escreveu:

"Eu sou uma pessoa extremamente tímida. Quando me deparo com uma situação social, eu a evito porque digo para mim mesmo que não vou ter nada para falar e vou parecer um completo idiota porque as pessoas vão me achar um chato. Daí, me sinto deprimido. E então eu simplesmente não vou. Toda vez que eu cometo um erro, me sinto um imbecil e, depois, deprimido. É isso que me faz procrastinar as coisas. É realmente estúpido, eu sei muito bem, e eu percebo que isso me faz parecer abaixo do ideal. Eu sinto que esses problemas são insuperáveis..."

Eu copiei as palavras do email, cortei e colei de volta na minha resposta. Então pedi que ele parasse de se envolver com as palavras e as visse como instruções para o cérebro.

"Pretenda, apenas por um momento, que essas sejam as instruções para o seu cérebro. Essas ideias são saudáveis ou doentias? Você recomendaria essa maneira de pensar? Suponha que o jovem mais popular da universidade pensasse dessa maneira. Quantas pessoas em um grupo usariam essas instruções para construir a vida delas?"

Existe um princípio nisso. Isto é, alimente seu cérebro com ideias tóxicas e entre num mundo tóxico. O seu cérebro irá para lá porque é isso que o cérebro faz. Agora, nessa semana, eu peguei um cérebro (que graças a Deus não era o meu) indo para o "pior cenário possível"! A pessoa estava falando sobre terrorismo no mundo. Ela produzia cenários inimagináveis e se emocionou demais. Então disse: "Isso não devia acontecer"!

Eu posso lhe dizer: essas instruções não colocam ninguém num estado com muitos recursos.

Os cérebros usam palavras, imagens, sons, entonação, volumes, cheiros, gostos, todo tipo de coisa como base para nos mover rapidamente de uma condição para outra. Mencione uma palavra e o seu cérebro decola. Mas para onde? Isso depende do histórico da sua aprendizagem, das suas experiências, das memórias, da imaginação, das esperanças, etc. Os cérebros são fenomenais para ligar coisas. Eles fazem isso muito, muito rápido. Na verdade, esse é um dos principais problemas que temos com o nosso cérebro. O problema não é o que ele não aprende, mas aquilo que ele aprende muito depressa. E o que ele aprende, muitas vezes, não é verdadeiro nem aproveitável.

Os cérebros também são instrumentos incríveis que nunca param. Mesmo durante o sono, nós sonhamos enquanto a atividade das ondas cerebrais prossegue. Isso se torna um problema se nós não fornecermos coisas bastante interessantes para o cérebro processar. O apetite do cérebro irá dispará-lo para executar um velho filme classe B ou para alucinar livremente.

#2: O cérebro exterioriza as suas instruções.

Nós podemos enxergar o mundo das ideias e das estruturas internas de uma pessoa ao reparar nos seus jogos externos. A vida externa reflete as estruturas internas. O comportamento, a fala e os jogos de ação que nós jogamos externamente são expressões das estruturas internas da nossa mente. Vai tudo junto. Os jogos e suas regras.

Um antigo provérbio coloca dessa maneira: "O homem é aquilo que ele pensa no seu coração".

O filósofo romano Marco Aurélio colocou isso de modo diferente:

"Como são os seus pensamentos, também será a sua mente, porque a alma captura as cores do seu pensamento."

"Se você é atormentado por algo externo, não é isso que o perturba – mas sim o seu julgamento sobre isso". (Meditações, Marco Aurélio - 160 DC).

Os cérebros manifestam as representações internas para o mundo externo do modo que nós exteriorizamos as nossas estruturas e representações internas. O que isso significa? Em outras palavras, significa que o nosso mundo externo será tão estimulante, vibrante, dramático e poderoso quanto as nossas estruturas internas da mente. Então, quando você enfeita o mundo interno da sua mente, da imaginação e da memória com esperanças, desejos, surpresas, prazeres, etc., você altera a qualidade e o conteúdo das instruções que fornece ao seu cérebro.

Isso produz algumas perguntas excelentes para aqueles que querem comandar o próprio cérebro para criar uma vida de qualidade:

Que tipo de imagens, sons, palavras, sensações, etc. você tem se movendo dentro do seu cérebro?
Que tipo de filmes internos você está exibindo no cinema da sua mente?
Quem faz a sua decoração interior?
Será que a estrutura do seu mundo interno não precisa de um interior melhor decorado?

#3: As representações fazem o cérebro funcionar.

As ciências cognitiva e neurológica descobriram que o cérebro representa as nossas experiências externas sentidas. Literalmente, nós não temos uma tela interna de cinema na nossa mente, mas é assim que parece. É assim que nós experimentamos os pensamentos e a consciência. Parece que nós recordamos internamente como se parece a nossa casa, carro, trabalho, amigos, pais, cachorros, etc., como eles emitem sons, que cheiro têm, como se sentem. Essa consciência sensorial no interior do nosso cérebro tem levado os neurocientistas a designarem partes do nosso cérebro como o córtex visual, o córtex auditivo, o córtex onde processamos os cheiros, os gostos, as sensações, o equilíbrio, o fenômeno da consciência, etc.

Korzybski e outros perceberam que nós agimos no mundo, não diretamente, mas através de um mapa do mundo. Na PNL, Bandler e Grinder revolucionaram a psicologia ao colocar a fundação do pensamento em termos dos sistemas sensoriais representacionais e usaram essas modalidades da consciência como a "linguagem" inicial da mente. Essa faceta de comandar o nosso próprio cérebro parece bem simples, mas, no entanto, é muito profunda.

Se nós imaginarmos um lindo dia de céu azul, nuvens brancas encrespadas e um gramado verde em frente às areias brancas de uma deslumbrante vista oceânica e imaginarmos a sensação da brisa soprando pelos nossos cabelos, o cheiro da água salgada, o barulho das crianças brincando e desfrutando o nosso drinque favorito enquanto a pessoa amada nos faz uma massagem no pescoço e nas costas...

Bem, não leva muito tempo antes do nosso corpo e a nossa neurologia reagirem a essas representações como se elas fossem instruções de como nos sentir. Como o cérebro funciona com representações, quanto mais expressivas, vívidas, dramáticas e sensoriais específicas elas forem, fica mais fácil dizer ao cérebro para onde ir e o que sentir. E daí, a tela fica mais nítida e mais fácil de seguir.

O nosso cérebro representa as coisas como se elas estivessem na tela mental da mente. É como se existisse um filme interno rodando e nós estivéssemos preenchendo os detalhes sensoriais deste filme. Lógico, nós não executamos tudo nesse cinema. Nem podemos. Não podemos nem mesmo alimentá-lo com tudo que nos chega. Os nossos olhos só examinam uma parte muito estreita do espectro eletromagnético. Os nossos ouvidos somente recebem uma banda muito estreita da frequência das ondas sonoras. Por isso, nós temos que ser muito seletivos, como um diretor de filme, sobre o que nós rodamos em nosso cinema interno. Escolha bem. É o seu cérebro.

#4: Cérebros transitam dentro e fora do momento presente.

Com aquela última indução (se imaginarmos um lindo dia... - três parágrafos acima), você saiu de onde está agora e foi para algum outro lugar? Se não, talvez você possa usar as palavras para fazer isso. Tente. Como nós simbolizamos as coisas, nós podemos representar realidades que não estão presentes nesse instante e ir para lá. Essa é a base de todo o sonhador, dos sonhos noturnos, das fantasias, da aprendizagem, da criatividade, das invenções, das opiniões, dos conceitos, das deduções matemáticas, do desenvolvimento das teorias, etc. Isso é o que nós, humanos, fazemos melhor. Podemos abandonar a nossa situação atual e viajar para lugares distantes, épocas e mundos.

Nós chamamos isso de pensamento. Também é hipnose. E também é transe. É muitas coisas: imaginação, fantasia, criatividade e alucinação. Isso significa que nós não estamos presos ou limitados ao momento presente. Nós podemos representar coisas não presentes, que nunca foram presentes, e até mesmo coisas impossíveis. Que mente privilegiada nós temos! É uma liberdade de consciência que é única à nossa espécie. Nós temos uma consciência que pode transitar de um estado atual para outros estados, por isso a palavra "transe". Em qualquer momento que nós deslocamos a nossa consciência para algo que não é parte da nossa consciência atual, nós entramos num estado de transe.

Isso significa que a maior parte dos nossos estados da mente são transes. Nós vivemos, na maior parte do tempo, em estados hipnóticos e não em estados de alerta sensorial no instante presente. A hipnose é a norma, a nossa situação padrão, não a acuidade sensorial do tempo presente. Na PNL nós chamamos a hipnose ou transe de "interiorização" porque estamos dentro de nós mesmos pensando, sentindo e experimentando outros tempos, lugares, pessoas e ideias. Nós chamamos a acuidade sensorial do tempo presente de "exteriorização" porque estamos "acordados" e percebendo o que os nossos olhos veem, os ouvidos ouvem, a pele sente, etc.

"Hei, Tom! Terra chamando o Tom!"

"O quê?"

Os nossos cérebros adoram pensar sobre nada. O seu não? Isso acontece quando você dirige em longas viagens, ou mesmo quando você dirige até o verdureiro. Isso acontece quando você espera numa fila, no elevador, ou quando está ouvindo um discurso. Os cérebros fazem isso. Isso não é grande coisa. Bom, não é, a menos que você não tenha orientação ou controle sobre ele. Aí, é algo importante. Se você carece de consciência quando está presente e quando está desligado em alguma viagem da mente, então você está alucinando fora de controle.

Todos nós alucinamos. Aqueles que fazem isso atentamente e por escolha são os nossos maiores sábios, inventores, criadores, designers, professores, presidentes de empresas, etc. Aqueles que não o fazem por escolha, experimentam desempenho abaixo do seu potencial e de ineficácia por não serem capazes de controlar a própria mente. Eles não comandam seus cérebros.

#5: Os cérebros induzem estados.

Os cérebros nos colocam nos estados neurológicos. Eles afetam a nossa fisiologia, a respiração, os movimentos e a química interna. Para chegar a ser um bom louco, só temos que ter pensamentos furiosos de injustiça e violência. Nós só temos que pensar sobre uma ameaça perigosa e logo entramos num estado de medo. E algumas representações da sexualidade podem induzir o nosso corpo a experimentar desejo e luxúria.

Os cérebros fazem isso porque fazem parte do corpo. Eles estão colocados no topo da medula espinhal e do sistema nervoso e produzem todos os impulsos nervosos processados pelos receptores finais. O nosso sentido de consciência, que nós chamamos de "mente", emerge por causa da estrutura de múltiplas camadas do nosso cérebro. A mente é uma característica emergente na neurologia do nosso cérebro. Por isso é sempre mente-corpo ou corpo-mente, e nunca um sem o outro.

Isso explica por que na maioria das vezes nós pensamos ou nos representamos no nosso estado, mas também é a razão porque podemos conduzir o nosso caminho para dentro dos estados. Isso nos dá dois grandes caminhos para o estado de consciência da mente-corpo quer seja confiança, alegria, amor ou medo, raiva ou tristeza. Nós podemos usar a mente e todas as nossas representações internas e podemos usar o corpo (respiração, postura, movimento, atividade, etc.).

Em que estado você está? Que estado você entra quando ocorre qualquer estímulo ou gatilho? Você não precisa olhar nada além das instruções que dá a si mesmo na dimensão mental ou o que você faz em termos da sua postura, tensão muscular, respiração, etc., na dimensão fisiológica.

#6: O cérebro anda em círculos.

O nosso cérebro não apenas representa o mundo, vai a lugares e nos coloca em estados, como também faz movimentos bruscos, se agita, se move em torno de si mesmo, anda em círculos. Como na estrutura física do cérebro existem laços que avançam e que fazem o feedback, também os impulsos nervosos que são enviados para o tálamo e a amídala são transmitidos e acompanhados simultaneamente e, depois de serem processados por lá, voltam para as estruturas mais profundas do cérebro. É tudo interconectado.

Não é surpresa que andemos em círculos. Não se admire com podermos nos preocupar com o nosso humor, e nem se admire em estarmos dando muita atenção para algo e que depois ficarmos com medo da nossa preocupação e aí, pensamos que algo deve estar errado conosco por nos preocuparmos com algo tão idiota como isso. Nós nos perdemos em espirais desanimadas de pensamentos negativos e podemos nos tornar obsessivos compulsórios. E podemos ser atraídos por espirais positivas de pensamentos e sofrer de insônia devido a nossa agitação.

Os nossos cérebros não são estritamente lógicos. Pensar de uma maneira direta, sem rodeios, e permanecer nesse caminho por mais do que uns segundos é muito difícil para o nosso cérebro. É por isso que a matemática e a lógica formal parecem tão estranhas para nós. Não é o hábito natural da nossa mente. Nós pensamos em círculos. Nosso cérebro gira em círculos e espirais. Nós ficamos reprocessando os mesmos velhos pensamentos.

Essa reflexividade é o que nos permite gerar pensamento sobre pensamento, sensação sobre sensação, pensamento sobre sensação, memória sobre imaginação, medo sobre raiva, pavor sobre aflição, alegria sobre aprendizado, etc. Isso cria o domínio completo dos nossos metaestados – os nossos estados de pensamentos e sensações acerca de outros pensamentos e sensações. É isso que cria o efeito de assentamento da nossa consciência e é por isso que podemos criar grande complexidade nas nossas experiências.

Nós começamos com uma experiência de referência, a trazemos para dentro e a representamos, depois desenvolvemos pensamentos e sensações sobre ela, e assim sucessivamente, até que o que estava "lá fora" se torna um contexto de referência, um contexto da mente e daí a própria estrutura da nossa personalidade e orientação. Isso cria as regras do jogo, ou as estruturas mais elevadas da mente.

#7: O cérebro classifica as coisas.

Esse é um dos grandes poderes do nosso cérebro para a saúde e a sanidade, e para a insanidade e a destrutibilidade. O nosso cérebro classifica. Ele faz isso para criar o significado contextual. Coisas, eventos, pessoas, e mesmo palavras não significam nada por si mesmas. É preciso um cérebro para criar significado, uma "coisa" que não existe lá fora, mas é uma produção do cérebro.

Na verdade, o cérebro cria dois níveis de significado. O significado associativo aparece quando nós ligamos uma coisa a outra. O que significa um biscoito? Depende o que você associa a um biscoito. Pode significar um doce ou algo cheio de calorias sem valor nutritivo. Pode significar um prêmio ou falta de nutrição. Também pode significar delícia e diversão, ou pode significar uma ameaça para a minha dieta. Pode significar sobrevivência, ou pode significar gordura.

Como o cérebro liga ideias, imagens, sensações, etc., as coisas se tornam associadas facilmente. Isso cria gatilhos ou âncoras. Uma coisa (uma visão, um som, uma sensação, uma palavra, etc.) dispara o gatilho de outra coisa. Estímulo – Reação. Dessa maneira nós criamos as estruturas da mente que nós chamamos de compreensão ou conhecimento. Isso não são "coisas", mas organizações das associações – como temos sequenciado ou ordenado as classificações nos nossos filmes.

O que significa uma "figura autoritária"? Para onde vai o seu cérebro quando você pensa numa "figura autoritária"? Que estado ela evoca? Agradável ou desagradável? Com ou sem recursos? Apenas pensamentos... conectados no seu cérebro a memórias, consciência, significados.

Depois existe o significado contextual ou classificatório. Uma vez que você ligou e associou coisas e trouxe essa associação para a sua mente como o seu contexto de referência, nós desenvolvemos pensamentos de nível mais elevado sobre essa associação. Nós chamamos essas ideias de "conceitos". É dessa maneira que nós agora olhamos para as coisas através de uma classificação conceitual da mente. Ela se torna um filtro. Nós o chamamos de metaestado e metaprograma. Isso estabelece um contexto mental para pensar e sentir. É assim que nós transformamos as associações em mapas de nível mais elevado. Fazendo assim, nós estabelecemos as regras do jogo mental que vamos jogar depois.

Primeiro nós associamos um tom de voz ríspido com levar umas palmadas. Mais tarde desenvolvemos ideias e conceitos de que as pessoas que forçam suas cordas vocais são mesquinhas, perniciosas e sórdidas. Então, desenvolvemos contextos mais elevados de que "criticar é ruim", "confrontação sempre estraga as coisas", "eu sou sensível a críticas", "eu não posso controlar este tom de voz", etc. Esses pensamentos criam contextos da mente mais elevados sobre um evento e preenchem semanticamente este evento. Então, quando alguém força as cordas vocais, os significados que eu experimento em relação a esse evento me colocam num estado sem muitos recursos. Tudo isso acontece tão rapidamente lá dentro que isso parece e é reconhecido como uma "crítica" (ou o tom ríspido) que me deixa preocupado, com raiva ou frustrado. É assim que nós estabelecemos e jogamos os jogos que nós construímos.

Os cérebros lidam com a sobrecarga de dados fazendo generalizações. Eles criam categorias para os itens; organizam as coisas em grupos. Isso nos permite desenvolver significados contextuais a partir das nossas estruturas, dando uma maneira ainda mais elevada para interpretar as coisas.

"Ah, isso é só uma informação. Ótimo. Por um momento eu pensei que fosse uma crítica."

É a maneira como categorizamos uma coisa que determina aquilo que ela "é" para nós – na nossa neurologia. Todavia, assim como nós estruturamos, nos tornamos. O que organizamos no interior, nos forma (de dentro para fora). Somos todos organizados psicologicamente pelo nosso contexto de crenças, valores, identidade, decisão, etc. E o que acontece em relação a contextualização do cérebro é que, a medida que contextualizamos, também jogamos os jogos contextualizados que criamos.

COMO JOGAR O JOGO DO CÉREBRO

Agora que você já conhece tudo sobre o cérebro (mente), o que ele faz e como funciona, você está pronto para jogar o Jogo do Cérebro. Essa é a operação do jogo do seu próprio cérebro, uma das visões originais da PNL. Com a NeuroSemântica, nós levamos isso ainda mais longe para comandar o nosso próprio cérebro nos níveis mais elevados da mente.

Regra nº. 1: Controle a qualidade das instruções ao seu cérebro.

Considere qualquer coisa que não tenha uma excelente qualidade como algo absurdo para o seu cérebro.

Eu já não disse que o cérebro é estúpido? Pelo menos num sentido, no da qualidade, ele é muito estúpido. Nesta área, ele é menos inteligente do que o estômago. Sem dúvida. Afinal de contas, se nós alimentamos o nosso estômago com lixo, ele pelo menos sabe como vomitar. O cérebro não. Alimente-o com lixo e ele não pensa duas vezes, apenas processa o lixo. Alimente-o com ideias tóxicas, pensamentos venenosos, crenças limitantes, conclusões irracionais, um mapeamento incorreto, e ele nada mais faz do que representá-las, assumir que são verdadeiras, e depois acreditar nelas. O cérebro em si não discrimina a qualidade, pelo menos nada próximo ao que o estômago faz. Se a informação é correta, útil, verdadeira, produtiva, danosa, estúpida, etc., ele parece não se importar.

Então, em função da estupidez do cérebro, nós temos que nos encarregar do controle de qualidade da informação com que nós o alimentamos. Nós chamamos isso de "executar uma verificação ecológica". Na realidade teste o valor, a saúde e o equilíbrio de uma ideia em todo o sistema do seu corpo, das relações, energia, etc. Essa é a primeira regra do jogo.

Se você não fizer isso, prepare-se para os problemas, porque você terá aborrecimentos, problemas de saúde, incongruência, sabotagem, conflitos, etc. Essa regra do jogo do cérebro diz:

"Qualquer coisa que não cria poder pessoal, saúde, equilíbrio, alegria, compaixão, riqueza, amor, etc., é um absurdo".

Você joga o jogo da vida por essa regra?

Eu a recomendo fortemente.

Considere como absurda qualquer coisa que o seu cérebro produz no seu corpo, emoções, fala, comportamento, relacionamentos que o colocam em constante conflito, padrões que ficam se repetindo e que não funcionam, que criam incongruência, ineficiência, falta de agilidade, etc. Então pare! Se você seguir essa primeira regra, a sua vida provavelmente irá mudar e se transformar radicalmente em questão de semanas. Essa é uma regra extremamente poderosa e universal.

Se o que você está fazendo, seja na comunicação com você mesmo ou com os outros, seja em relacionamentos no seu trabalho, na carreira, na saúde, etc., não está funcionando com um padrão evolutivo, PARE. Ficar repetindo padrões que não funcionam enquanto espera diferentes resultados é uma definição prática de "insanidade". É absolutamente ridículo ficar repetindo os velhos filmes de dor e sofrimento no teatro da sua mente. Uma vez não foi o suficiente? É ridículo porque, embora isso tenha acontecido uma vez, depois dessa primeira vez você continua fazendo isso com você mesmo! É o seu cérebro fazendo isso. Não está mais acontecendo "lá fora". Se você ainda está assistindo aquele filme classe B, e você é o diretor do filme, controle a qualidade do seu pensamento, os contextos mais elevados da mente, das crenças, dos estados, etc.

Isso melhora a minha vida no longo prazo?
Isso me capacita como pessoa?
Isso torna a vida uma festa?

Essa regra provoca radicalmente todos aqueles que ainda se queixam das angústias e dos machucados da infância, sentem-se como vítima de um casamento fracassado ou de um negócio, ou culpam os outros pela sua falta de sucesso. Essa regra permite que você viva de maneira diferente e jogue um jogo diferente – um jogo mais apaixonado e cruel, aquele onde você se desloca pela vida procurando oportunidades, assumindo riscos e acionando a sua energia.

Regra nº. 2: Cresça na sua mente para se tornar consciente do Jogo

Você só consegue comandar seu próprio cérebro se tiver metaconsciência.

Nem todos conseguem comandar o próprio cérebro. Existe uma condição primária para conseguir fazê-lo; você tem que saber que tem um cérebro para comandar e a consciência de que o está comandando presentemente. O cérebro cria o primeiro nível de "consciência", a consciência do mundo. Essa é a consciência dos animais e das crianças pequenas. A consciência dessa consciência, a metaconsciência, nos move para níveis mais elevados da mente. Se você não sabe que está operando o próprio cérebro ou como o está comandando, então a sua consciência será inconsciente. E por isso não conseguirá comandar seu próprio cérebro. O seu cérebro o estará comandando!

Essa regra deve tê-lo deixado extremamente espantado. Não é? Inconsciência significa que você não está atento ao que está acontecendo. Use isso como uma dica. Você alguma vez já coçou a cabeça se perguntando isto? Você tem que se perguntar:

Hei, o que está acontecendo aqui? Por que eu me sinto desse jeito?
Por que parece que eu não consigo progredir?
Por que eu estou sempre andando em círculos e nunca consigo as coisas?
Eu não sei o que acontece comigo, eu fico estimulado e perco o entusiasmo.
Parece que eu não tenho controle das minhas emoções.

Quando a regra #2 diz que você só consegue comandar o próprio cérebro quando desenvolve a metaconsciência do que está fazendo, ela pressupõe a consciência como condição essencial. Isso para muitos é um grande desafio. Durante anos, muitos me perguntaram: "Você podia simplesmente me hipnotizar e fazer esse problema desaparecer?" Eu joguei esse jogo por um tempo. Depois eu percebi a toxicidade desta atitude. É uma atitude errada, se você realmente quer ter controle sobre a sua própria vida. Essa atitude não vai conduzi-lo para a excelência pessoal. Essa atitude mostra o fracasso ao não participar ativamente da própria vida. E é por isso que tem que ser recusada.

Na PNL e na NeuroSemântica nós sabemos que a magia está na estrutura. A estrutura de uma experiência em si é a magia. É por isso que nós modelamos. Nós modelamos os experts para aprender como eles fazem. Fazem o quê? Como eles comandam seus próprios cérebros em relação a uma área específica (como por exemplo área de vendas, relações pais e filhos, relacionamentos, comunicação, ganhar dinheiro, saúde e bem-estar, liderança, etc.). Assim que soubermos isso, saberemos como encontrar a magia em qualquer campo ou expertise.

Isso explica porque nós fazemos o tipo de treinamento que fazemos. Nós procuramos ensinar a mente consciente. Nós queremos a consciência envolvida. Por isso, enquanto utilizamos processos para trabalhar com facetas da mente fora da percepção consciente, nós nos focamos em capacitar as pessoas para comandarem seus próprios cérebros sem se tornarem dependentes de nós. Então, nós facilitamos a autoconsciência delas e o vigor do seu ego para encarar a realidade de frente, rir e se sentir impetuoso.

Essa regra conduz para diversas perguntas e orientações.

Qual é a atitude básica que guia essa experiência?
Que estrutura da mente eu preciso para experimentar essa orientação?
Como ela faz isso?
Como eu posso adotar a estrutura da mente dele sobre isso?

Regra nº. 3: Tome cuidado com a sua classificação de referência.

Só porque o seu cérebro fez uma classificação, isso não torna essa classificação útil.

Se o seu cérebro faz classificações, e se as classificações que você estabeleceu criam os Jogos que você joga, tome cuidado com o quê e como você usa isso como referência. Todos nós conhecemos pessoas (talvez tenhamos sido assim) que experimentam um ou mais eventos negativos na vida, e então (para tornar as coisas piores), constroem suas vidas em torno desse evento. Suponha um programa péssimo. Essa é a estrutura da magia doentia: concentre a sua vida em torno de uma tragédia, infortúnio ou injustiça! Isso transgride a regra #1 do Jogo do Cérebro. É frustrante considerar essa maneira de representar e contextualizar as coisas como totalmente absurdas.

Decida construir a sua vida em torno de grandes eventos. Descubra (ou invente) referências maravilhosas em torno das quais você pode concentrar a sua vida.

Em torno de que evento maravilhoso eu poderia construir minha vida?
Que experiência inspiradora (real ou imaginada) eu gostaria de colocar no centro da minha atenção e me focar?
Se eu fizesse isso, o que mais teria que mudar?
E que outras ideias ou crenças auxiliares me permitiriam estruturar as coisas dessa maneira?

O que serve de referência para você, como você faz essa referência em termos de riqueza de representação, você codifica isso internamente e o que você estabelece como as suas classificações governantes fazem toda a diferença do mundo. Essas referências controlam e dirigem os jogos que você joga. Você está jogando os Jogos que você quer jogar? Se não, dê uma olhada em toda a sequência de referências e classificações e projete uma mais fortalecedora.

Como nos habituamos com tudo, também é assim com os caminhos neurais e com o processamento interno do cérebro. Quando nos habituamos com uma maneira de pensar, um estilo de processar a informação ou com uma direção na qual mandar o nosso cérebro, isso eventualmente se torna o nosso metaprograma ou o estilo de classificação. Isso define o nosso transe corrente que organiza os nossos estados mente-corpo. Os contextos se tornam os nossos programas de software ou os mapas padrões de como operar em qualquer dada arena da vida.

Regra nº. 4: Fique mais relaxado, menos sério e divirta-se com seu cérebro.

Se você não desfrutar do processo, vai se tornar um estúpido.

Aqui está outra regra do Jogo da estrutura do cérebro. Se você fica sério com as coisas, você se tornará estúpido. Estupidez é o risco ocupacional de se tornar sério com coisas. Tornar-se sério tipicamente corrói virtudes como o humor, o riso, o divertimento, a brincadeira, a tolice e a comicidade. E, além disso, são essas as boas qualidades que nos mantém humanos. Essas são as boas qualidades por sermos verdadeiros, espirituais e autênticos. Perca isso e não será capaz de comandar seu próprio cérebro com alguma dignidade ou graça.

Perca o humor e o riso e você perderá a perspectiva. Você até vai começar a ser seduzido para jogar o Jogo de Deus, pensando que é perfeito (ou que deve ser), que sabe tudo, que pode estar em todos os lugares e fazer de tudo (portanto, indispensável). Se qualquer um desses lhe parece lógico, você está em risco de se tornar estúpido muito rapidamente.

Nessas circunstâncias, a estupidez da seriedade é a causa das pessoas se tornarem tensas e rígidas. Elas têm "razão" (ou assim pensam), e daí ficam orgulhosas por estarem com a razão. Isso conduz ao conservadorismo, a arrogância e o fechamento da mente. É algo lamentável de se ver. Porém isso acontece muito seguido. Muitas pessoas perseguem uma posição e depois pensam que essa posição concede a elas uma sabedoria total. Na realidade, elas pensam que a opinião delas é algo sagrado e que nunca deveria ser questionada. Doutores, educadores e burocratas muitas vezes incorrem nessa falácia. Tudo isso aumenta a estupidez delas, não somente porque elas não sabem tudo, mas porque não podem saber tudo, ninguém pode, e mesmo se pudessem, isso tornaria a vida menos digna de ser vivida. A diversão está na busca.

A arrogância da seriedade rígida faz com que essa pessoa banque o palhaço quando chega a cometer um erro. É como observar um ser humano falível fazendo um papel ridículo. Observe uma delas fazer algo errado. O problema é que ela não pode estar errada. Não é permitido. A arrogância dela também não permite que ela simplesmente diga "Oops, errei aqui".

Essa regra no Jogo de comandar o próprio cérebro diz que você tem que se divertir e se deleitar com a sua completa falibilidade. O seu cérebro é falível e isso torna falível tudo o que você pensa, todas as suas emoções, fala, comportamento e ações. Tudo isso está "sujeito a erro". Não apenas aceite isso, desfrute. Quão fácil é para você se divertir com isso? Zombar da sua própria tolice? Parecer ridículo, se fazer de tolo, não aproveitar a oportunidade ao fazer ou dizer algo errado, e depois de tudo, ainda manter a sua dignidade?

Pessoas sérias não apenas acreditam, elas têm fé nas suas crenças. É isso que as torna perigosas. Isso as conduz a serem "verdadeiros crentes" e fanáticos que fecharam suas mentes para a possibilidade de estarem errados. Tais pessoas sérias nunca enxergam a comicidade das suas posições ridículas. É a falta de humor que as deixam sem nenhuma perspectiva. Assim, é o humor, a nossa boa qualidade, que não nos limita e nos permite relaxar e saber que todo o nosso mapa mental é apenas isso – um mapa humano falível, e que na melhor das hipóteses, é o pensamento mais elevado que nós podemos ter naquele momento.

Relaxe e desfrute do passeio, especialmente quando entrar num círculo. Apenas flua com ele. Se você lutar contra, se você resistir, você adiciona energia negativa ao círculo. A saída mais rápida e mais fácil é paradoxal – receba-o com prazer e desfrute do passeio. É só um círculo da mente. Brinque com ele.

Regra nº. 5: Continue ensinado novas habilidades para o seu cérebro.

Sim, o seu cérebro pode (e irá) aprender novas habilidades. Conte com isso. A boa notícia é que os cérebros estão sempre aprendendo. A má noticia é que, se você não se encarregar do que ele está aprendendo, ele irá aprender coisas sem valor. Então ao jogar o jogo do cérebro, concentre seus esforços para ensinar, constantemente, coisas mais produtivas para o seu cérebro. Alimente-o com os melhores dados disponíveis: ideias e pensamentos inspiradores, crenças fortalecedoras e conhecimentos sustentáveis. Permaneça codificando e recodificando o cinema da sua mente porque assim o seu mundo interior fica dramático, agitado, maior do que a vida, cheio de graça e amor, poder e energia. Enfim, torne-o ativo e vital. Crie um novo contexto fortalecedor para a sua mente a cada semana – no final de um ano, você terá 52 contextos revigorantes como manancial da sua mente.

Estabeleça a excitante aventura de descobrir, desagrupar e copiar as estratégias dos experts. Esqueça "por que" as coisas dão erradas e as pessoas são estúpidas. Concentre-se naquelas que estão produzindo excelência e procure saber a estratégia delas. Descubra que filmes estão passando no cinema da mente delas. Descubra todas as características cinemáticas que tornam esse filme tão interessante e os estados de nível mais elevado que elas criam. Depois que você fizer isso por um ou dois anos, você estará habituado com o filme dos experts na sua mente... no corpo, nas emoções e na vida.

Sumário

Tem um novo jogo na praça. É o jogo do comando do próprio cérebro. Não precisa ser um cientista da NASA para entender o jogo. Na maioria das vezes, é só aproveitar a autoconsciência, a metaconsciência e a boa vontade para ter prazer em explorar como o cérebro cria a matriz de classificações que depois governa o Jogo das nossas vidas.

O JOGO DO CÉREBRO

FATOS DO CÉREBRO

REGRAS DO JOGO DO CÉREBRO

#1: O cérebro segue instruções.

#2: O cérebro exterioriza as suas instruções.

#3: As representações fazem o cérebro funcionar.

#4: Cérebros transitam dentro e fora do momento presente.

#5: Os cérebros induzem estados.

#6: O cérebro anda em círculos.

#7: O cérebro classifica as coisas.

#1: Controle a qualidade das instruções ao seu cérebro.

#2: Cresça na sua mente para se tornar consciente do Jogo.

#3: Tome cuidado com a sua classificação de referência.

#4: Fique mais relaxado, menos sério e divirta-se com seu cérebro.

#5: Continue ensinando novas habilidades para o seu cérebro.

Referências

Bodenhamer, Bob; Hall, L. Michael. (2000). Users manual of the brain. Wales, UK: Crown House Publications.

Hall. L. Michael (2000). Meta-States: Managing the higher levels of your mind. Grand Jct. CO: Neuro-Semantics Publications.

Hall, L. Michael. (2000). Secrets of personal mastery: Advanced techniques for accessing your higher levels of consciousness. Wales, UK: Crown House Publications.

L. Michael Hall, Ph.D, psicólogo cognitivo, Trainer internacional de PNL, empresário, autor e treinador internacional, desenvolvedor dos MetaEstados e co-desenvolvedor da NeuroSemântica.

L. Michael Hall vai estar presente no VIII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL - Rio de Janeiro-RJ em SET/2010 e inclusive vai ministrar o curso pré-congresso.

O artigo "The Brain Game" encontra-se no site The International Society of Neuro-Semantics.

Tradução JVF, direitos da tradução reservados.
Estamos utilizando as mudanças ortográficas nos artigos novos.

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