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Textos biográficos e bibliografia dos principais personagens que, direta ou indiretamente, influenciaram Bandler e Grinder a estabelecer os pressupostos teóricos da PNL, ou que, através da modelagem, forneceram-lhe os instrumentos iniciais que permitiram a criação de um dos mais eficazes e criativos instrumentos de mudança comportamental. E também, de autores que tem contribuído para o desenvolvimento e aprimoramento da PNL.

Albert Bandura (1925 - ) - Biografias - PNL

Albert Bandura (1925 - )

Albert Bandura

Albert Bandura é psicólogo cognitivo da Universidade de Stanford e seu principal objetivo foi construir ligações entre a teoria do aprendizado tradicional e as teorias da personalidade cognitiva por meio do seu conceito de "expectativa da auto-eficácia." Ele também trabalhou para conectar a psicologia clínica e abordagens empiricamente orientadas para o conhecimento da personalidade ao associar a psicologia cognitiva com princípios do behaviorismo a fim de pesquisar a relação entre as expectativas das pessoas e seus comportamentos. Especificamente, ele examinou a relação entre o que a pessoa espera fazer e como ela executa na realidade. Seus estudos revelaram um padrão muito importante na interação entre os mapas mentais e o desempenho comportamental que é conhecido como a "Curva de Bandura.

Bandura recebeu numerosas distinções profissionais, incluindo a eleição para a presidência da Associação Americana de Psicologia em 1974.

Curva de Bandura

A Curva de Bandura tem implicações significativas nos processos de controle relacionados à saúde, aprendizado, comportamento organizacional e no desenvolvimento de habilidades de todos os tipos. A própria pesquisa de Bandura, por exemplo, envolveu muitos tipos de tarefas. Algumas eram ações simples como atirar bolas de papel amassado numa cesta. Outras eram processos mentais e emocionais mais complexos, como solucionar equações matemáticas ou tratar do medo de cobras.

Para conduzir seus estudos, Bandura registrou a relação entre as crenças das pessoas e o seu comportamento. Primeiro ele perguntava para as pessoas avaliarem como achavam que iam se sair ao fazer uma determinada tarefa. Ele percebeu um padrão comum em todas as tarefas. No princípio, as pessoas normalmente não esperavam fazer tão bem algo que não tinham feito antes. E o desempenho delas normalmente era melhor do que esperavam. Em outras palavras, se a pessoa faz melhor do que esperava, ao invés de mudar a sua expectativa, ela elabora uma explicação que desacredita o desempenho como não sendo realmente um bom exemplo da sua capacidade. Por exemplo, se alguém espera conseguir acertar cinco bolas de papel na cesta mas de fato consegue acertar sete ou mais, ela dirá "É sorte de principiante. Eu não sou capaz de fazer de novo." Eu percebi um padrão similar ocorrendo com as pessoas tentando atingir metas de saúde ou de aprendizado. Se a pessoa começa a fazer melhor do que o esperado, ela muitas vezes vai dizer: "É só temporário. Não pode durar." Ou "É só uma coincidência. Eu não quero construir 'falsas esperanças'."

O outro lado desse fenômeno é melhor exemplificado pelo chamado efeito placebo. No caso do placebo, se dá a uma pessoa um remédio ou pílula "falsa" que não tem os ingredientes medicinais ativos. Porém, se o paciente acredita que a pílula é "verdadeira" e espera ficar melhor com ela, muitas vezes ele começa a manifestar melhorias físicas reais. De fato, alguns estudos de placebo relataram muitos resultados extraordinários. Nesses exemplos, as expectativas das pessoas realmente disparam capacidades comportamentais que estão latentes porém basicamente sem uso.

Como parte da sua pesquisa, Bandura tentou fazer as pessoas elevarem as suas expectativas e observou o impacto subsequente que isso tinha no comportamento delas. Ele não dava oportunidade para que as pessoas praticassem, ele simplesmente tentava fazer com que elas elevassem as expectativas sobre o seu desempenho.

Ele usa quatro métodos básicos para influenciar a expectativa. Um é a persuasão verbal que na essência envolve dizer para as pessoas que elas podem fazer melhor e dar incentivos através de palavras. Esse método tende a ser o menos efetivo.

A segunda tática é chamada de modelagem do especialista. A modelagem do especialista ocorre quando você assiste alguém realizando alguma coisa na qual ele é bom. Um resultado típico dessa estratégia é que as pessoas começam a acreditar que é possível um desempenho melhor, mas não acreditam que elas mesmas sejam capazes de melhorar substancialmente. A modelagem do especialista é mais efetiva do que a persuasão verbal porque as pessoas são capazes de ver que é possível desempenhar mais efetivamente; mas isso não necessariamente fortalece a sua expectativas sobre a sua própria capacidade.

A terceira estratégia é chamada de aprendizagem vicária. Aprendizagem vicária significa que você assiste alguém realizando uma tarefa, e ao assisti-la, sua expectativa sobre a sua própria capacidade aumenta. Essa é uma das vantagens de trabalhar com grupos ou equipes. A aprendizagem num grupo pode muitas vezes ser acelerada porque as pessoas vêem as outras melhorarem e esperam o mesmo grau de melhoria nelas mesmas.

A quarta forma de aumentar a expectativa é chamada de maestria ordenada. Esse processo é baseado nas nossas suposições sobre a "curva de aprendizagem." Geralmente, o desenvolvimento da habilidade ocorre numa seqüência de etapas incrementais. Nós melhoramos um pouco de cada vez, e numa certa velocidade. Portanto a mudança na expectativa não está amarrada a um desempenho passado, porque as pessoas não esperam fazer tão bem como fizeram antes. A maestria ordenada é baseada na experiência pessoal, mas não é apenas a projeção do desempenho atual de alguém para o futuro.

Uma maneira de entender as descobertas de Bandura é que as pessoas tem um certo grau de competência inconsciente ou "latente" a que elas normalmente não recorrem. Todos temos competências que não utilizamos inteiramente porque somos limitados pelas nossas crenças. Crenças e expectativas tanto podem inibir como mobilizar as nossas capacidades. O efeito placebo é possível, por exemplo, porque o corpo tem uma tremenda capacidade de se auto curar que nós raramente aproveitamos integralmente. Quando damos um placebo para uma pessoa que espera ficar melhor, ela de algum modo ativa esta capacidade latente.

Texto traduzido e adaptado da Encyclopedia of Systemic NLP and New Code de Robert Dilts e Judith DeLozier.
 

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